
A história de “O estranho que veio do mar” traz reflexões sobre a esperança e o sentido do sofrimento em nossas vidas.
Quando passamos por dificuldades na nossa vida, nos agarramos à fé e à esperança de dias melhores, aguardando ansiosos por mudanças positivas. Mas por que passamos por períodos de tanta dor? O que é possível levar de lição dos piores momentos?
O livro "O estranho que veio do mar" convida a refletir sobre o poder que a fé exerce na nossa vida. O título, que ficou em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times, traz a história de um grupo de pessoas que se salvam de um naufrágio e encontram um homem que afirma ser "o Senhor". Ele diz ter ouvido as preces dos passageiros, mas que só poderá salvá-los se todos acreditarem nele.
O relato dos acontecimentos é feito por Benji, um dos mais céticos entre os sobreviventes, que nos coloca em dúvida a todo momento sobre quem é o tal “estranho” e por que as pessoas precisam passar por situações de tanto sofrimento.
No livro “A cabana”, grande sucesso do escritor William P. Young, esse questionamento já havia provocado reflexões sobre o sentido dos acontecimentos ruins da vida. Agora, em “O estranho que veio do mar”, o autor americano Mitch Albom retoma essa conversa e mostra que as respostas às nossas orações podem estar onde menos esperamos.
Confira um trecho de “O estranho que veio do mar”:
— Conheço você desde antes do seu nascimento. Conheço você depois da sua morte. Os meus planos para a sua existência não são definidos por este mundo. Começos e fins são ideias terrenas. Eu continuo. E, porque eu continuo, você continua comigo. Sofrer perdas faz parte do motivo de você estar na Terra. É graças a isso que você aprecia a brevidade da dádiva da existência humana e aprende a amar o mundo que eu criei para você. Mas a forma humana não é permanente. Ela não foi feita para durar. Esse presente pertence à alma.
Este post foi escrito por:
Camilla Lemos
Jornalista com experiência em estratégias digitais, criação de conteúdo e social listening. Trabalhou na FSB Comunicação por três anos, atendendo clientes públicos e privados de diferentes setores. Atualmente colabora na produção de conteúdo para a Editora Sextante.

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O estranho que veio do mar
Um bote salva-vidas. Dez sobreviventes. Um desconhecido que diz ser Deus.
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